
Era uma vez uma ervinha. Esta vivia numa vasta planície verde e amarela, estava rodeada de flores amarelas, grandes e vistosas. A ervinha sempre se sentiu triste por ser diferente, não tinha amigos porque todas as restantes flores a olhavam de lado. Passava os seus dias triste e pensativa, pensando quando tudo aquilo acabaria. Não sabia, a vida era mesmo assim, nascíamos num certo e determinado local e morreríamos sempre ali nesse mesmo local. Todas as outras flores aceitavam sem questionar a sua vida e a forma como iriam morrer. Mas não a ervinha, ela queria lutar pelos seus direitos de viver e ser livre. Tinha um sonho, voar com o vento e chegar até à casa no cimo do monte. A casa no cimo do monte estava um pouco longe, mas mesmo assim a ervinha nunca desistiu de tentar imaginar como seria a vida de quem lá vivia. Imagina de uma forma tão forte que quase podia ouvir os risos das crianças que brincavam no quintal, os gritos da mãe que os chamava para jantar, os sons e os sorrisos da vida dos que eram livres.
Um dia, as flores amarelas, mais velhas começaram a agitar-se mas do que era costume. Ergueram-se e abriram as pétalas vistosas. Estavam lindas, a ervinha pensava para si " o quando eu gostaria de ser assim tão bonita e colorida". De repente viu alguém sair da casa do cimo do monte. Várias crianças se dirigiam para a planície a correr acompanhadas pela mãe. Ao chegarem, a mãe disse às crianças "procurem uma flor para levar para casa! Queremos um ramo bonito.". As crianças começaram a procurar as flores mais lindas, nenhuma olhava para a ervinha.
Num determinado momento, a ervinha olhou para a mãe e viu que uma menina pequena, tão inocente, estava agarrada à sua mão. Esta olhava o campo e de repente os seus olhares cruzaram-se. A menina agora apontava para a ervinha. Esta pensou que, provavelmente, estaria a troçar da sua fealdade, mas não poderia ser, a menina estava a sorrir para ela. Aproximou-se, disse à mãe "dente-de-leão!", sorriu para a ervinha e pegou nela. A ervinha estava confusa. Todas as outras crianças tinham optado pelas flores amarelas, mas esta menina pequena, tão linda, tão genuína tinha escolhido a ervinha. Ao pegar na ervinha a menina disse " És linda, branquinha", de seguida elevou a ervinha ao nível da sua boca, inspirou com força e soprou! A ervinha dividiu-se em sementes, pequenas sementes brancas que agora preenchiam o céu à sua volta. A menina disse "agora vão haver mais flores bonitas, tal como tu!" ! A ervinha agora feliz, percebeu finalmente que não era importante sermos exactamente como todos os outros, não era o mais importante seguir os comportamentos, porque um dia, alguém vai chegar, vai existir alguém no mundo, que vai sorrir graças à nossa pureza e, não por sermos diferentes, mas sim por sermos nos próprios!
Um dia, as flores amarelas, mais velhas começaram a agitar-se mas do que era costume. Ergueram-se e abriram as pétalas vistosas. Estavam lindas, a ervinha pensava para si " o quando eu gostaria de ser assim tão bonita e colorida". De repente viu alguém sair da casa do cimo do monte. Várias crianças se dirigiam para a planície a correr acompanhadas pela mãe. Ao chegarem, a mãe disse às crianças "procurem uma flor para levar para casa! Queremos um ramo bonito.". As crianças começaram a procurar as flores mais lindas, nenhuma olhava para a ervinha.
Num determinado momento, a ervinha olhou para a mãe e viu que uma menina pequena, tão inocente, estava agarrada à sua mão. Esta olhava o campo e de repente os seus olhares cruzaram-se. A menina agora apontava para a ervinha. Esta pensou que, provavelmente, estaria a troçar da sua fealdade, mas não poderia ser, a menina estava a sorrir para ela. Aproximou-se, disse à mãe "dente-de-leão!", sorriu para a ervinha e pegou nela. A ervinha estava confusa. Todas as outras crianças tinham optado pelas flores amarelas, mas esta menina pequena, tão linda, tão genuína tinha escolhido a ervinha. Ao pegar na ervinha a menina disse " És linda, branquinha", de seguida elevou a ervinha ao nível da sua boca, inspirou com força e soprou! A ervinha dividiu-se em sementes, pequenas sementes brancas que agora preenchiam o céu à sua volta. A menina disse "agora vão haver mais flores bonitas, tal como tu!" ! A ervinha agora feliz, percebeu finalmente que não era importante sermos exactamente como todos os outros, não era o mais importante seguir os comportamentos, porque um dia, alguém vai chegar, vai existir alguém no mundo, que vai sorrir graças à nossa pureza e, não por sermos diferentes, mas sim por sermos nos próprios!
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